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Mostrando postagens de dezembro, 2010

Soneto do Final.

Soneto do final Nesse firme firmamento Teste de Fé fortemente No contente horizonte Todo o brilho e infinito Nosso Amor mais bonito Parece-me inconstante Se nao, de todo ausente O tempo devora o dito Além da carne o finito? Nisto existe um conflito Discordo  veemente mente Esse final nao permito Na ciência explicito Do fim há uma nova semente.                         Por : Mário Sérgio dos Santos.

Divertida deversidade.

Divertida diversidade Olha que coisa é a fala Se fala de tudo E não se escreve como se fala Estica, encolhe a palavra Cada um com um jeito Na palavra que fala Mesmo é mermo E assim se embala A língua é viva E nunca se cala Xovê na sala de aula Casa é kaza Fogueira e brasa No sul é o tche Em minas uai Brasília é véi Pro cê no Goiás Aipim lá no norte No centro é mandioca O importante é a gente Fecha a porta Lá fora ta frí Se ocê num sentiu Fui eu que senti Estados unidos Diferentes em si O resto não digo Se ouve por aí É bom de mais Dimais de bom Diversidade é o tom do som Ser diferente sendo igual O mais simples é natural A língua é assim Pode ter um começo Mas... Aonde é o fim? Por : Mário Sérgio dos Sant os.