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Mostrando postagens de novembro, 2011
Discurso da dor Eu sou a dor! Por que todos acham que sou verdadeiramente tão ruim? A culpa será realmente minha? Só sei que sou dor, só isso! O bom disso é ser comentada, mas não sentida, é o que dizem. Percebo que por onde ando sempre deixo um rastro de reflexão sem igual, pensamentos que se transformam em literatura verdadeira, arte e não somente relatórios médicos de pacientes diversos. Sim, sou a dor! Mas mesmo sendo quem sou, sei que sou responsável em transformar algo. Mudo pessoas e me torno outras coisas, por vezes outras palavras... Metamorfose! Essa já até se transformou em poesia, música! Você, com quem falo agora, compreenda. Sou necessária para o seu crescimento, o seu reconhecimento de ser o que é e não sou somente mais uma cefaleia. Se não respeitar seus limites eu chego leve, às vezes com força, outras sem avisar, mas eu sempre chego. Sou o efeito, mas não a causa maior! Se desejar encontrar o culpado, é fácil, olhe-se no espelho, nascemos juntos meu...
Beijo O que se pode dizer do beijo afinal? Algo tão simples, para muitos, normal. Beijo! Um alívio para uns, o desespero para outros. Vários tipos tem um beijo, cada um tem seu gosto. Carinhoso, manhoso, atrevido... Também tem aquele que estremece quando dado atrás do ouvido. Mas não é só assim que um beijo pode-se dar ou receber. O difícil é entender com qual se deve responder ou revidar. Dependo da pessoa, do momento e do lugar. E ainda tem o beijo agressivo, esse com carinho violento. Mas o mais temido é o beijo sem sentimento. Morena Que coisa linda é essa mulher Morena do cabelo batido. Com um corpo esculpido Faz os homens enlouquecer. Seu vestido decotado Roupa justa, decotes rasgados. Olhar meigo apaixonado Leva outro homem a se enganar. A preferência por sua pele castanha Ter desejos não me estranha Desejo de querer ti conquistar De ser minha dona. Linda mulher de olhos escuros Escondem seu brilho interior Não ...