Saudades dos meus filhos
Nas
asas do tempo, viajo no vento,
Na
trama das lembranças, meu peito se aquece,
São
saudades dos filhos, distantes no momento,
Que enchem meu coração e o amor me aquece.
No
abraço ausente, meu ser se dilui,
Em cada
palavra não dita, uma fervente prece,
Ah,
como eu anseio pelo reencontro,
Onde
nossos sorrisos se entrelacem.
Na
memória guardo cada riso e cada lágrima,
Nas
fotografias, seus rostos emoldurados,
Trazem
à vida a saudade, minha doce rima,
E
nos momentos de solidão, são meus tesouros amados.
Oh,
filhos distantes, que habitam meu pensamento,
Percorrem
distâncias, mas vivem em meu peito,
A
cada estrela que brilha no firmamento,
Envio
meu amor, meu afeto mais perfeito.
Que
os ventos soprem favoráveis ao seu caminhar,
Que
encontrem sempre amor e proteção,
E
que a vida lhes conceda motivos para sorrir e sonhar,
Enquanto
espero aqui, com amor, nossa junção.
Pois
mesmo distantes, unidos estamos,
Laços
eternos, ligados pelo sangue,
Um
dia, queridos, a nos ver voltaremos.
Abraços
fraternos para matar a Saudade.
Saudades
dos filhos distantes, meu tesouro,
Um
amor que transcende os limites do espaço,
Enquanto
a vida segue seu curso, eu imploro,
Que
os reencontros sejam doces, como um abraço.
Até
lá, minhas preces os acompanharão,
E em
cada pôr do sol, nascerá uma esperança.
Que
a distância, se transmute em união,
Que
ela me faça sorrir como criança.
Mário Sérgio dos Santos

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